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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

AS DEZ TENDÊNCIAS QUE VÊM MOLDANDO OS SHOPPING CENTERS PELO MUNDO

Durante a última edição do evento internacional Mapic, foram discutidas as principais forças que vêm influenciando os malls pelo mundo.
 
Três poderosas tendências de consumo foram discutidas na última edição do Mapic, evento internacional imobiliário voltado para o varejo, que aconteceu em Cannes em novembro de 2016: O2O (Online para o Offline), “Retailtainment” (algo como “varejo-entretenimento”), Food & Beverage (alimentos e bebidas).
 
São eles que guiam dez ideias principais abordadas pelos palestrantes do evento:
 
1 – O varejo offline continua sendo um canal muito forte, e representa 94% do total das vendas globais do varejo. Como consequência, vemos cada vez mais os varejistas digitais, como Amazon por exemplo, abrindo lojas popup stores e lojas;
 
2- “Os varejistas pure players, ou seja, aqueles que atuam em apenas um canal de venda, estão no final de seu curso de crescimento”, disse François Loviton, diretora de varejo do Google França. Eles devem encontrar novos pontos de contato com o consumidor para continuar evoluindo seus negócios no ambiente físico. Esse movimento é incentivado pela tendência de “clicks to bricks” (cliques a tijolos) que tem levado consumidores para as lojas para validar a compra digital, onde se pode ver e tocar o produto;
 
3- “Se o consumidor e as marcas não fazem mais distinção entre o online e o offline, por que as empresas imobiliárias de varejo precisam fazer?”, perguntou Manuela Calhau, diretora de marketing da Sonae Sierra. Os shoppings precisam encontrar maneiras para gerenciar os dados do consumidor, o que é, sem dúvida o combustível para o futuro;
 
4 – As lojas pop-up vêm se tornando alavancas ponderosas não apenas para as marcas já existentes que desejam testar produtos, formatos e mercados, como para marcas digitais que precisam entrar no mundo físico com um risco menor ao evitar longos contratos. Plataformas de marketing como Storefront, Nooks, My Pop Up Stores, ou Pop Up Places consolidam espaços disponíveis em ruas e shopping centers que combinam com o posicionamento da marca e sua estratégia. Estas plataformas permitem que varejistas digitais formatem sua loja pop-up em ambientes físicos relevantes para eles, reduzindo custos e riscos;
 
5 – Grandes shopping centers estão comprometidos em oferecer ambientes mais criativos e experimentais. Desenvolvedores precisam ter certeza que irão oferecer a seus frequentadores coisas para ver (lado educacional dos empreendimentos modernos de varejo), coisas para fazer (o lado do entretenimento) e finalmente, coisas para sentir.
Acontece que tematização e storytelling são as duas formas mais eficazes para fornecer aos consumidores e suas famílias uma experiência mais vibrante, de acordo com especialistas da A.i.Solve Paragon Creative ou The Leisure Way, empresas especialistas na concepção de espaços temáticos e cênicos para museus, shoppings e parques. São também a melhor maneira de envolver os visitantes em plataformas de mídia social, uma vez que as pessoas gostam de compartilhar suas experiências com suas comunidades;
 
6 – Há toda uma nova leva de atividades recreacionais e educacionais que podem ser alocadas em shopping centers. As mais mencionadas no evento estavam ligadas a saltos e trampolins, e a paredes de escalada;
 
7 – O desafio é encontrar maneiras inovadoras de fazer com que o frequentador passe mais tempo no mall. Investidores de shopping centers esperam que as atividades de lazer levem negócios adicionais a esses centros, tornando-os um destino para o dia inteiro para a família. A maneira como essas atividades de lazer interagem e se conectam às lojas, atrações e restaurantes, será crucial para proporcionar um resultado lucrativo para todos os interessados;
 
8 -  A alimentação sempre foi um incentivador de fluxo para o shopping center, mas sua apresentação mudou. Novos conceitos em alimentos e formatos de restaurantes que triunfam hoje são construídos sobre a qualidade, cultura, e um toque caseiro e artesanal. "Estamos na era da qualidade", disse Vincenzo Ferrieri, dono do conceito de chocolates italianos Cioccolatitaliani.
 
9 – Novos modelos de varejo construídos em torno de Alimentos e Bebidas são cada vez mais populares entre os desenvolvedores de malls. Por exemplo, veja o caso de Foodtopia, um espetacular novo destino de comida e entretenimento em Frankfurt, administrado pela ECE, que será inaugurado até o final de 2018. Será um andar inteiro de mal dedicado unicamente a entretenimento com um complexo de cinema de uma diversidade de restaurantes em formatos diferenciados;
 
10 – Como se vê, alimentos e bebidas foram um grande tema nesta edição do Mapic, e será o foco oficial do próximo evento em 2017. Uma das palestras falou sobre o novo formato Deliveroo Roobox, iniciativa de um dos principais grupos de comida delivery. Charlie Farr, Gerente de Aquisições de Propriedades, explicou na MAPIC que a Roobox é uma cozinha custombuilt que traz marcas de restaurantes para novas áreas onde grandes populações residenciais estão atualmente desatendidas. Até dezembro de 2017 estão previstas a abertura de 150 Rooboxes.  
 
Fonte: ABRASCE
 
 

Como encarar 2017?

Por Grupo BITTENCOURT *
 
O final de 2016 traz a sensação de sobrevivência a mais uma jornada. E é hora de olhar para frente e entender o que nos espera no próximo ano. O franchising brasileiro já mostrou sua força e se manteve de pé, graças a muito trabalho, organização das estruturas e planejamento. Para o próximo ano, o cenário continua desafiador, mas com algumas oportunidades e negócios que abraçaram causas importantes seja em posicionamento, seja em inovação.
 
UMA VISÃO MACRO DAS TENDÊNCIAS E DESAFIOS
 
Economia
Especialistas do mercado indicam que 2017 pode ser efetivamente o ano da recuperação econômica. Se considerados todos os ciclos “recessão-recuperação” históricos, 2017 será um ano que tende a ser o ano da virada do jogo. Claro que devemos levar em consideração a montanha russa de emoções que temos visto no cenário político nacional e internacional. Se nada der muito errado, a chance das previsões se concretizarem é real.
 
Perfil do Consumidor – Ação Necessária das Empresas
Já não cabe ficar falando dos millennials, de seus anseios e formas de consumir. Isso já não é novidade. Cabe agora decidir o que fazer com tudo isso que descobrimos sobre o comportamento dessa geração que tanto tem impactado os negócios.
 
Quem ainda não se preparou deve se preparar para lidar com o consumidor-cidadão-colaborador. Traduzindo, a mudança no comportamento das empresas também é urgente e deve se refletir desde a forma de contratar essas pessoas até gerar valor para cada momento de contato do cliente. Nunca foi tão importante entregar um momento da verdade de valor para quem investe seu tempo em se relacionar com a sua marca, produto ou serviço.
 
Mercado
Redes consolidadas que não tiverem medo da crise e não se afligirem com o que está por vir, continuarão investindo e crescendo. O que aconteceu e ainda deverá acontecer é uma revisão de planos e rumos a serem seguidos. Assim como em 2016, quem não aproveitou para usar a retração de muitos para acelerar e ganhar mercado, pode deixar de abocanhar fatias importantes. As redes que se aproveitaram da flexibilização de negociação com shoppings, fornecedores e demais elos da cadeia de abastecimento tiveram resultados superiores e conseguiram crescer mesmo em temos de crise econômica.
 
Com o arrefecimento da crise, em 2017 deve prevalecer a busca da entrega de valor e não de preço. A entrega de uma proposta de valor concreta deve direcionar os negócios. Com o aprendizado de 2016, em que a competitividade nos negócios se tornou extremamente acirrada e provocou a diminuição de margens, as empresas começaram a perceber a necessidade de se diferenciar pela entrega de valor e da diferenciação.
 
Todo esse contexto deve estar alinhado com a expectativa do consumidor para garantir que o investimento realizado efetivamente surtirá efeito. Quem focar apenas em briga de preço corre sérios riscos de perder espaço e principalmente o interesse do consumidor.
 
Construção do Valor
É notório e histórico que o setor de serviços é o que mais se beneficia da retomada econômica. E cada vez mais serão incorporados por empresas essencialmente transacionais.   Como exemplo, empresas de venda de itens de casa e decoração investindo na prestação de serviço de design de interiores e inspeção kids – identificação de pontos que podem ser considerados inseguros para as crianças em casa, e readequação desses espaços.  Seguradoras investindo em serviços agregados como saúde de pets e assistência sênior. Academias com serviços de acompanhamento nutricional, etc.
 
Propósito aliado às pessoas
Uma reflexão profunda do porquê a companhia existe. A mudança do consumidor teve também um reflexo na cultura das empresas. Há de se ter um olhar para dentro que fará com que as companhias resgatem o que tem de mais essencial. E, a partir disso, traçarem seus caminhos para os próximos anos. A partir desse resgate se tornará também fundamental alinhar as pessoas da companhia com esse mesmo propósito. A essência de uma entrega de valor para o cliente será reflexo da essência da cultura e do propósito enraizados em todos que tem contato com ele.
 
E AS FRANQUIAS NESSE CENÁRIO?
As franquias continuarão a chamar a atenção de grandes grupos de investidores e dos investidores individuais com desejo de possuir um negócio próprio. Tal crescimento do interesse em se tornar um franqueado num cenário adverso, vai exigir mais maturidade por parte dos atuais e futuros franqueadores, tanto na escolha do investidor quanto na estruturação do seu negócio.
Veja algumas dicas essenciais para que os franqueadores estejam mais preparados para 2017.
 
Capacitação
O mercado muda constantemente e a concorrência aumenta a cada dia, um profissional leigo, desinformado e sem conhecimento atualizado vai se perder no meio do caminho, e isso independe se o negócio já é bem estruturado. A falta de capacitação pode afogar até mesmo uma marca líder de mercado.
 
Não se trata apenas da capacitação do franqueado e sua equipe, mas a principal mudança vem da liderança da rede, do franqueador e de toda a sua estrutura (diretoria, gerencia, consultores, etc.). Todos precisarão estar munidos de muito embasamento técnico para dar suporte aos franqueados no momento de retomada, para que estejam preparados para receber de volta o consumidor que após um período de afastamento volta mais exigente, consciente e racional nos gastos.
 
Atenção à tecnologia
Muito além de garantir eficiência operacional por meio da tecnologia, há de se ficar atento às grandes possibilidades de negócios que ela traz. A profusão de dados disponíveis para levantamento de informações de mercado, concorrentes e clientes é infinita. No entanto de nada vale ter todas as respostas se não souber fazer a pergunta certa.
 
Por meio da identificação das informações chave do que se deseja obter e o que será feito com os dados, a tendência é focar na qualidade da informação para permitir uma tomada de decisão mais certeira.
 
Também em torno da tecnologia gravitam as possibilidades de aprimorar o processo de prospecção de futuros franqueados. Buscar informações disponíveis não apenas em fichas cadastrais, mas também em redes sociais, blogs, opiniões, hobbies e eventos torna-se fundamental para reduzir custos de captação, qualificar o perfil e acertar mais.
 
Experiência no ponto de venda
Para ser genuína e reverberar na mente do consumidor, a experiência de compra não deve ser exclusivamente associada a determinado canal de venda ou ponto de contato da marca com o consumidor.
 
Ela deve estar presente de forma mais ampla em todos os canais que devem se apropriar dos mais diversos recursos tecnológicos para se criar um espaço interessante, apostando no design, na diferenciação e personalização da experiência, no atendimento de necessidades não explicitas, e principalmente se conectando também com os aspectos emocionais dos clientes, ganhando não apenas um lugar no bolso mas também no coração das pessoas. Essa geração de experiência tende a encantar, envolver e fidelizar o cliente.
 
CONCEITOS, MODELOS e NEGÓCIOS PROMISSORES
Lojas Pop ups: Lojas temporárias, nas quais os contratos duram apenas meses. Neste caso o varejista ou franqueadora testam novos conceitos antes de os colocarem à prova no mercado. Consolidar uma marca/produto no mercado não é tarefa fácil, principalmente se o negócio é algo totalmente novo ou introduz um produto no mercado.
 
Economia colaborativa: Não é exatamente um conceito novo, mas ele passa a fazer parte do universo de algumas redes de franquias e negócios. É o conceito de que a posse já não faz tanto sentido, se há a possibilidade de compartilhar e usufruir de um bem ou serviço com outras pessoas e tudo transitando por meio de plataformas tecnológicas.
 
Conceitos já bem explorados como Airbnb e Uber foram as traduções pioneiras dessa vertente.  Com a aprovação do mercado consumidor, algumas redes começam a se apropriar do conceito e criam novos modelos de negócio.
 
Como exemplo, temos o conceito desenvolvido pela Sport for Kids, que tem origem em Salvador. A empresa se utiliza de espaços ociosos em escolas e condomínios para oferecer serviços de atividade esportiva e lazer para crianças. Para agregar valor ao serviço educacional, as instituições de ensino estabelecem parceria com unidades para desenvolverem uma programação extracurricular para os alunos e, em contrapartida, a franquia se associa a empresas especializadas em diversas modalidades para compor um mix de profissionais que sejam adequados à necessidade das instituições.
 
Acessibilidade e ExclusividadeAcessibilidade é um dos temas mais em voga na atualidade e associado à necessidade de exclusividade do consumidor, tornaram promissores alguns negócios no franchising.
A Democrart, é uma galeria de arte de obras com edição limitada. A marca acredita que arte de qualidade produzida por artistas e fotógrafos em ascensão é um direito de todos.
E para tornar a arte mais acessível, e transformar a vida e o ambiente das pessoas para melhor, fazem a curadoria de obras e artistas para a produção de edições limitadas, numeradas e assinadas por eles. As obras assim, possuem preços acessíveis e não deixam de ter caráter de exclusividade uma vez que apenas algumas cópias são disponibilizadas para venda.
Terceiro Lugar com Diversão e Saúde
Com a vida agitada das grandes cidades, stress crescente e muitas responsabilidades, a necessidade de fugir da rotina de casa (primeiro lugar) e do trabalho (segundo lugar) se faz urgente para manter a saúde mental e física. Alguns negócios começam a explorar o conceito de “terceiro lugar”, ou seja, o lugar em que você consegue se desvencilhar das preocupações do dia e consegue “higienizar” a mente.
 
Explorando esse conceito, a Urban Motion trouxe para o Brasil o modelo de parque de trampolins interligados – a primeira franquia com esse mote do Brasil. Nele oferecem diferentes atividades além de pular, tais como piscina de espuma, jogos de queimada, aros de basquete, slackline, e outras. O espaço pode ser reservado para festas de aniversario, eventos corporativos e grupos escolares.
 
Pessoas de todas as idades são bem vindas. Os adultos que em um ambiente mais tradicional não se aventuram a pular, no parque entendem que saltar em um trampolim pode ser uma brincadeira possível, pois é democrática, sem limites de idade, tamanho e peso.
 
Os benefícios extrapolam a diversão.  Além de ser uma atividade divertida é benéfico para a saúde, fortalece os músculos do corpo, é uma atividade cardiovascular e aumenta a densidade dos ossos, prevenindo fraturas e doenças dos ossos, melhora a habilidade motora e ensina o domínio de novas habilidades.
 
Flexibilidade e SustentabilidadeUm exemplo desse modelo é a Spin’n Soul, um negócio inovador que e trouxe ao Brasil o primeiro estúdio de Spinning dentro do conceito de Full Body & Mind Workout, que inclui exercícios intensos que trabalham todo o corpo aliados ao componente mental – relaxamento e desligamento da rotina. Trata-se de “cardio santuário”, onde os praticantes de spinning se encontram para cuidar do corpo e da alma. A marca possui duas unidades em São Paulo.
 
Na Spin n’Soul não existe matrícula ou mensalidade. O aluno compra aulas avulsas ou pacotes, além de escolher o melhor horário e o professor de preferência. Com foco na sustentabilidade, as bicicletas funcionam sem qualquer energia elétrica, apenas com a energia do movimento do corpo.
 
Para quem não possui um horário regrado e são adeptos de negócios que se preocupam com o impacto no planeta, a Spin n’Soul se traduz numa academia sustentável e preocupada com conceitos que extrapolam o culto ao corpo.
Reflexão
Todos esses conceitos, para quem está distante do mercado, parecem que serão realidade somente no longo prazo. No entanto eles estão presentes aqui e agora. Muitas redes já exploram e entregam diferencial competitivo justamente por estarem atentas e serem as pioneiras na aplicação. Não temos mais a possibilidade de ignorar a força de tecnologia no ponto de venda, nem de deixar de considerar todos os movimentos do consumidor – cada vez mais atento aos conceitos de sustentabilidade, acessibilidade e democratização do consumo.
 
Olhar para dentro, identificando a essência da marca para ter impacto no ambiente externo é fundamental e urgente.
 
* O Grupo BITTENCOURT oferece treinamentos focados na gestão da rede e na capacitação dos executivos da franqueadora. Todos com foco em se manter a eficiência e em sensibilizar para a importância do relacionamento próximo com os franqueados.
 
Fonte: O negócio do varejo

Brasil é o país da América-Latina com maior participação em programas de fidelidade no varejo

53% dos brasileiros participam de algum programa de fidelidade. Os benefícios mais valorizados são descontos, reembolso, devolução ou gratuidades.
 
  • 1. 53% dos entrevistados brasileiros participam de algum programa de fidelidade.
  • 2. No Brasil, a forma mais comum de se afiliar a um programa é fornecendo informações ou fazendo log-in na conta de um website do varejista.
  • 3. Os benefícios que os brasileiros mais valorizam em um programa são descontos em produtos, reembolso ou devolução de dinheiro e produtos grátis
Quando bem administrados, os programas de fidelidade podem aumentar a frequência de visitas e o volume de compras, além de ser uma forma eficaz de se obter vantagem competitiva. Isto é o que indica o mais recente Estudo Global da Nielsen sobre Sentimento-Fidelidade no Varejo, no qual aponta que, pelo menos, 71%dos brasileiros concordam que estas iniciativas os tornam mais propensos a continuar comprando de um varejista, e por volta de 8 em cada 10 participantes comprariam mais em lojas online (e-varejistas) se o fornecedor proporcionasse programas de benefícios como dos varejistas tradicionais.
 
Indo na contramão das outras regiões, a América Latina tem a taxa autodeclarada mais baixa de participação em programas de fidelidade. Menos da metade dos entrevistados latinos (44%) diz que pertence a um ou mais programas. Quem lidera a lista, com participação mais alta, é o Brasil (53%), e no final, com percentuais mais baixos, a Argentina (32%), o México (32%) e a Venezuela (33%). A baixa incidência se deve, em parte, à força do comércio tradicional na região. “Os principais varejistas de cada país têm um programa de fidelidade, mas há oportunidade significativa de crescimento na região”, diz Giovanna Márquez, líder de Retail Analytics para a América Latina.
 
Lealdade em vários instrumentos. – Qual a forma mais comum para indicar afiliação a um programa de fidelidade? Para os brasileiros e os latinos em geral, o primeiro é fornecer informações ou fazer log-in na conta de um website do varejista (43% vs. 42% LatAm) e o segundo é escanear o cartão (37% vs. 34%LatAm).
 
 
Os métodos menos utilizados no Brasil e nos demais países da região, que está abaixo da média global, é o uso do aplicativos de terceiros e carteiras móveis para guardar informações de programas de fidelidade. De acordo com Giovanna, “mesmo com um baixo índice, essas ferramentas serão muito importantes para promover o crescimento dos programas de fidelidade no futuro.”
 
De fato, o interesse por essas funções tecnológicas na América Latina está crescendo, sendo o Brasil um dos mais interessados. Segundo o estudo, 76% dos membros de programas de fidelidade brasileiros consideram atrativa a integração a pagamentos móveis e 68% consideram atrativos os aplicativos móveis específicos das lojas.
 
Varejistas mais atraentes, de acordo com o seu programa de fidelidade. – Hoje, os varejistas oferecem uma variedade de incentivos, monetários e não monetários, para seus consumidores. Como em qualquer outra região, os favoritos dos latinos são os monetários, sendo que reembolsos ou devolução de dinheiro (48%) e descontos em produtos (47%) estão entre os primeiros. Um dado interessante é que 4 em cada 10 participantes de programas de fidelidade na América Latina dizem que produtos gratuitos estão entre os benefícios mais valiosos, percentual mais alto do mundo.
 
Para os brasileiros, os três principais benefícios são descontos em produtos (49%), reembolso ou devolução de dinheiro (45%) e produtos grátis (41%). O frete grátis também entra na lista de preferência, sendo o Brasil (39%) e o Chile (37%) com as maiores porcentagens.
 
Além disso, os participantes brasileiros do estudo julgam que as as características mais atraentes de um programa de fidelidade são: a possibilidade de escolher entre diversos tipos de recompensas (88%), pontos/recompensas por compras em lojas físicas, em website ou em um dispositivo móvel (86%) e a oportunidade de ganhar bônus ao realizar alguma atividade específica (85%).
 
O estudo pontua que o maior desafio hoje para gerar a lealdade é a personalização de informações e entender quem é consumidor, quais são suas necessidades e como funciona o processo de decisão de compra. Com isso, é muito mais simples definir as estratégias de um programa.
 
Lealdade global. – A América do Norte destaca-se como a região onde há maior presença de programas de fidelização, sendo que 85% diz pertencer a algum. A Ásia-Pacífico é outra região onde a lealdade é muito perceptível, com 68% dos participantes pertencendo a uma iniciativa. Em relação às recompensas, as monetárias são as importantes em qualquer parte do mundo. Entretanto, as não monetárias  ressoam muito mais em alguns países da África e Oriente Médio, comparando com a média global.
Sobre o Estudo – A Pesquisa Global da Nielsen foi realizada entre 01 a 23 de março de 2016, e entrevistou 30.000 consumidores on-line na Ásia-Pacífico, Europa, América Latina, Oriente Médio / África e América do Norte. A amostra inclui usuários de internet que concordaram em participar desta pesquisa e tem quotas com base na idade e sexo para cada país. É ponderado para ser representativa de consumidores de internet por país. Porque a amostra é baseada em aqueles que concordaram em participar, não há estimativas de erro de amostragem teórica pode ser calculada. No entanto, uma amostra probabilística de tamanho equivalente teria uma margem de erro de ± 0,6% a nível global. Esta pesquisa Nielsen é baseada apenas no comportamento dos entrevistados com acesso on-line. Taxas de penetração da Internet variam consoante o país. Nielsen usa um padrão de relato mínimo de 60% de penetração da Internet ou de uma população on-line de 10 milhões para a inclusão da pesquisa.
 
SOBRE A NIELSEN
Nielsen Holdings plc (NYSE: NLSN) é uma empresa global de gestão de informação, que proporciona um entendimento completo sobre o que os consumidores assistem e compram (Watch & Buy).
 
Fonte: O negócio do varejo

Franquias de conserto e customização de roupa são tendência para 2017

As redes que oferecem conserto e customização de roupas estão entre as tendências de franquias para 2017, segundo especialistas. O investimento inicial é a partir de R$ 79 mil, o faturamento médio mensal pode chegar a R$ 40 mil e o lucro, a R$ 12 mil. O retorno do investimento vem a partir de 18 meses.

Segundo Hugo Mastrorosa, gerente de marketing da Arranjos Express, o faturamento da rede cresceu 75% no ano passado, na comparação com 2015.

"Mesmo com a crise, nós conseguimos crescer porque as pessoas estão percebendo que é possível customizar, reaproveitar e consertar roupas. Essa cultura já é bastante disseminada na Europa e veio para ficar."

Lucia Barreto, diretora de expansão da Linha e Bainha, afirma que o faturamento de 2016 cresceu 30% na comparação com o ano anterior.

"O brasileiro tem a cultura de se adaptar ao que é novo. Mesmo com sinais de melhora da economia, a procura por customização continua aquecida, porque a iniciativa já começou a fazer parte da vida do brasileiro."

Paulo Henrique Conrad, diretor executivo do Grupo Restaura, diz que a rede registrou um crescimento de 15% no volume de serviços, e 20% no faturamento das lojas. "As pessoas perceberam que podem restaurar e deixar uma peça renovada em vez de comprar uma roupa nova."

Confira mais informações sobre as três redes.

Linha e Bainha

Atualmente, a rede tem 24 unidades pelo país e só não está presente na região Centro-Oeste. Confira os dados da franquia, fornecidos pela empresa:

Investimento inicial: a partir de R$ 79 mil, com taxa de franquia, custo de instalação e capital de giro
Faturamento mensal: R$ 25 mil
Lucro médio mensal: R$ 7.500 (30% do valor do faturamento)
Retorno do investimento: a partir de 24 meses

Restaura Jeans

A rede tem 203 lojas espalhadas pelo país, com exceção da região Norte. Confira os dados da franquia, fornecidos pela empresa:

Investimento inicial: a partir de R$ 100 mil, com taxa de franquia, custo de instalação e capital de giro
Faturamento mensal: R$ 32 mil
Lucro médio mensal: R$ 8.000 (25% do valor do faturamento)
Retorno do investimento: a partir de 24 meses

Arranjos Express

A franquia tem 63 unidades no Brasil e 22 em fase de abertura. Está presente em 10 Estados. Confira os dados da franquia, fornecidos pela empresa:

Investimento inicial: R$ 180 mil, com taxa de franquia, custos de instalação e capital de giro
Faturamento médio mensal: de R$ 30 mil a R$ 40 mil
Lucro médio mensal: de R$ 9.000 a R$ 12 mil (30% do valor do faturamento)
Prazo de retorno do investimento: em até 18 meses

Tendência que veio para ficar

Claudia Bittencourt, diretora da consultoria de franquias Grupo Bittencourt, afirma que, independentemente da crise econômica, as franquias com negócios ligados a reparo, customização e revitalização vão continuar a existir.

"Apesar de nós sabermos que há um público que prefere comprar uma roupa nova a consertar, o reaproveitamento e a economia compartilhada, principalmente para a nova geração, são tendências que vieram para ficar. Essa nova geração não se interessa em ter peças novas. Ela quer algo prático."

Negócio é fácil de ser copiado e pode haver explosão de redes

Para Marcelo Cherto, presidente da consultoria de franquias Grupo Cherto, toda tendência deve ser observada com cautela.

"A customização não se assemelha ao caso das redes de frozen [iogurte], cupcake e paletas mexicanas que, da mesma forma que surgiram, foram sumindo do mercado. No entanto, o negócio é facilmente copiável porque não exige inovação e tem investimento baixo. Com isso, podem aparecer centenas de marcas, e o mercado talvez não tenha espaço para tanta gente."

O especialista diz que o ideal é que o empreendedor estude bastante a região onde pretende atuar e a marca na qual planeja investir. Bittencourt concorda com ele e acrescenta: "O negócio exige o mesmo trabalho do que os demais. É preciso captar clientes, divulgar a marca e ver qual será o apoio que a rede dá ao franqueado para garantir o sucesso do seu negócio."
 
Fonte: UOL

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

5 tendências do segmento de alimentação em 2017

Destacar-se no concorrido mercado de alimentação fora do lar não é uma tarefa fácil. Ainda mais Brasil, onde o setor é um dos mais fortes da nossa economia. Para o Sebrae-SP, quem está pensando em abrir um negócio na área deve ficar atento às novas tendências de mercado, buscar inovação e ter um plano de negócios em constante evolução. Para a consultora Karyna Muniz, não basta produto e conceito, é preciso gestão. De olho nisso, a Feira do Empreendedor, que acontece entre os dias 18 e 21 de fevereiro, no Pavilhão do Anhembi, em São Paulo, contará mais uma vez com um restaurante-modelo, espaço que espera receber 2 mil pessoas ao longo dos quatro dias de evento.

Presente pela segunda vez consecutiva na feira, o “Restaurante de Sucesso” tem como foco principal na edição deste ano levar as principais tendências do setor aos visitantes. Segundo Karyna, o restaurante-modelo estruturado em 2016 destacou os bastidores do negócio, indicando os melhores processos operacionais para os empreendedores. Neste ano, a proposta é agregar uma operação multisserviços e ambientar o visitante em relação ao que há de novo no mercado. Com 150 m², o ambiente pode receber até 50 pessoas por seção, que tem duração de uma hora.

Ao longo da visita, os convidados poderão conversar com os consultores do Sebrae-SP sobre importantes questões, como plano de negócios, estimativa de investimento e de retorno, e muito mais. “Queremos elucidar essas importantes questões, porque é um mercado convidativo. Muitas pessoas que gostam de cozinhar sonham em ter um restaurante e para isso dar certo é muito importante um bom planejamento.”

A consultora listou os setores que vão ganhar destaque durante a Feira do Empreendedor. Confira.

1. Comidas saudáveis

Para Karyna, o setor que mais deve ganhar força em 2017 deve ser o de comidas saudáveis. Tendência em todo o mundo, o segmento acompanha a busca do consumidor em se alimentar melhor, aderindo aos ingredientes locais e sustentáveis. “Do campo à mesa é um conceito que segue crescendo no Brasil.” A consultora afirma que a proposta saudável é cada vez mais frequente nos restaurantes do país - e isso só deve aumentar. “Acompanha a necessidade do consumidor, que tem procurado uma vida mais saudável e sustentável”, diz.

2. Conveniência

No segmento de alimentação fora do lar, praticidade é palavra-chave para 2017. Para a consultora, restaurantes que combinam agilidade com entrega de serviço de qualidade tendem a se destacar neste ano. Para Karyna, o mudança de modelo vai de acordo com a necessidade do cliente. “Mesas coletivas, restaurantes sem garçom e entrega rápida da refeição tendem a dar certo. Mas, é claro, por mais que seja rápido, o restaurante tem que ser aconchegante e eficiente.”

3. Otimização de processos

Uma forma de aumentar a agilidade dos serviços é otimizar os processos dentro da cozinha. Para isso, a consultora do Sebrae-SP indica que o empreendedor busque novos equipamentos para o seu negócio, adotando tecnologias capazes de aumentar a produção. “Há restaurantes que não usam mais coifas, porque possuem chapas e fornos que não soltam tanta gordura, por exemplo. Ficar atento às novas tecnologias é essencial para o sucesso”, diz Karyna.

4. Mudanças de hábito

Com a recessão econômica, muitos consumidores alteraram seus hábitos de consumo, afetando diretamente o mercado de refeições fora do lar. “Quem passou a ter menos dinheiro começou a procurar opções mais baratas, como as marmitas. As refeições complementares também ganharam força. Ao invés de jantar ou almoçar, muitas pessoas agora optam por lanches mais reforçados.” E o empreendedor deve estar ligado nesta mudança.

5. Nova geração de consumidores

Outro fator importante para quem quer abrir um restaurante é a chegada de uma nova geração de consumidores ao mercado. “Muitos jovens já não fazem mais questão de almoçar aquele clássico prato com arroz, feijão, bife e batata frita. O padrão mudou”, diz Karyna. Por isso, o empreendedor deve pesquisar se realmente conhece o seu público-alvo. “A partir disso, o dono de restaurante pode definir um planejamento bem mais assertivo”, afirma a consultora.
 
Fonte: Revita PEGN

Lojas dos EUA sentem cheiro de dinheiro dentro do seu cérebro

As pessoas entram na seção de beleza das lojas de departamentos por sua conta e risco. Os despreparados precisam passar por um corredor polonês entre os quiosques de cosméticos e maquiadores sorridentes em um esforço valente para evitar a mais temida das criaturas: o borrifador de perfume.
 
Munidos de frascos da última fragrância, eles sorriem, prontos para encharcar os passantes, com a esperança de provocar uma repentina epifania olfativa. Mas, francamente, qual a chance de isso acontecer? O fato é que os borrifadores insistentes podem não ser a forma mais eficiente de levar os consumidores a comprar perfumes, por isso as lojas estão adotando outra estratégia.
 
A Sephora está testando um método desenvolvido por uma startup de perfumes com sede em São Francisco chamada Pinrose que leva tecnologia e psicologia a seu nariz.
 
Fundada em 2013 como empresa de venda de fragrâncias on-line por Erika Shumate e Christine Luby, a Pinrose se destacou com um questionário que tenta identificar a personalidade do consumidor usando os resultados para recomendar as fragrâncias que ele mais gostaria. Agora esses questionários estão sendo testados em telas de iPad nas lojas da Sephora e da Nordstrom.
 
“Esse setor era meio antigo, clandestino, difícil de entender”, disse Luby, 34. “Comprar perfume não é muito divertido.”
 
Shumate, 32, estudou a psicologia das fragrâncias na Universidade de Yale e trabalhou para encontrar um modo de descrevê-las de uma forma que as pessoas realmente compreendam. “As pessoas têm dificuldades para descrever o que querem em um perfume”, disse Shumate. “Elas entram aqui e dizem, ‘quero algo com frescor’, ou ‘isso parece fresco para mim’, ‘isso é pesado demais’ ou ‘isso é forte demais'”.
 
Como escolher um perfume adequado para alguém que se identifica com uma determinada sensação? Com um teste, é claro.
 
O questionário da Pinrose foi desenvolvido a partir das respostas de 500 mulheres antes de a empresa começar a vender perfumes na internet. Mais de 300.000 pessoas realizaram o teste até o momento e o sistema é atualizado constantemente.
 
A Pinrose espera personalizar seu questionário, usando um algoritmo adaptativo para incluir a hora do dia e a localização. Ele tem de sete a onze perguntas e sua conclusão leva menos de um minuto. Cada pergunta é apresentada como um par de imagens, formas e cores (algumas versões incluem questões baseadas em sons também). Escolha entre floresta ou pôr-do-sol; grama ou areia; ondas ou águas calmas.
 
Veja essa pergunta — rosa ou verde? As cores tendem a ter uma correlação com notas de perfumes que podem ter essa mesma cor. Ao escolher rosa é possível que você goste mais de notas florais, como jasmim-manga ou gardênia. O verde significa que você provavelmente gosta mais de algo relacionado à grama ou à terra, talvez musgo ou cedro.
 
O questionário, antes disponível apenas on-line, agora pode ser encontrado em 10 estabelecimentos da Sephora e em 26 lojas da Nordstrom nos EUA. Shumate disse que tem visto vendas maiores nos estabelecimentos que contam com o iPad para o teste. A Pinrose, por sua vez, está perto de tornar rentável, disse Luby, que preferiu não revelar os números das receitas.
 
Fonte: UOL

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

5 dicas dos grandes varejistas para atrair e reter vendedores

As novas táticas para recrutar e manter funcionários nas lojas online e offline foram o assunto da primeira palestra do Retail’s Big Show, o encontro mundial do varejo realizado em Nova York. Para debater o tema “Como os varejistas estão atraindo e retendo talentos”, estiveram presentes Greg Foran, presidente da Walmart, Terry J. Lundgren, CEO da Macy’s, e James Rhee, CEO da Ashley Stewart. Confira a seguir cinco dicas para conquistar funcionários eficientes, capazes de proporcionar o melhor atendimento possível para os clientes.
 
1. Crie programas de treinamento contínuo Não adianta capacitar o funcionário que está chegando na empresa nos primeiros meses, e depois simplesmente deixá-lo trabalhando na loja. A nova geração, os millenials, tem necessidade de acumular novas experiências o tempo todo. Por isso, empresas como Walmart e Macy’s criaram programas de treinamento que nunca acabam. A cada novo módulo, os vendedores aprendem habilidades diferentes, que podem capacitá-los para promoções dentro da empresa.
 
2. Promova o entrosamento entre diferentes áreas da empresa É importante que o vendedor sinta-se parte integrante do negócio do qual faz parte. Sempre que possível, organize reuniões entre funcionários de diferentes áreas e diferentes níveis de hierarquia. Isso fará com ele eles percebam que existem diferentes oportunidades de crescimento dentro da própria companhia.
 
3. Recrute estudantes com conhecimentos em tecnologia Para conquistar o consumidor multicanal, é fundamental ter funcionários que dominem as últimas tecnologias disponíveis para o varejo, e sejam capazes de introduzir novidades hi-tech na loja. O melhor lugar para encontrar esses talentos são as universidades. É preciso criar programas e atividades que estimulem universitários a buscarem posições dentro do varejo. A Macy’s tem um time focado apenas na busca de talentos nas faculdades.
 
4. Não descuide do básico O avanço da tecnologia no varejo não significa que os vendedores tradicionais estão com os dias contados. Saber negociar com fornecedores, entender como funciona o estoque, desenvolver um bom relacionamento com o clientes: todas essas habilidades continuam sendo fundamentais para o bom funcionamento da loja. Tablets e sensores jamais vai substituir o vendedor nato: por isso, mantenha o olho aberto para esse tipo de talento na sua loja.
 
5. Dê ao vendedor as ferramentas de que ele precisa Não adianta o funcionário entender tudo sobre big data, se a loja não tiver o equipamento necessário para colher os dados do cliente que entra na loja, e o software adequado para analisar esses dados. Colocar tablets e celulares de última geração nas mãos dos vendedores é básico. Fornecer todas as informações possíveis sobre os produtos disponíveis e sobre o perfil do consumidor são atitudes fundamentais para melhorar as vendas.
 
Fonte: PEGN