86S3kuextR2S3YWJ_kx2UbklxpY

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

MAGAZINE LUIZA DEVE CRESCER 161% EM 2018, DIZ J.P. MORGAN

Analista da instituição diz que empresa tem uma "boa combinação de execução e cultura corporativa voltada para reinvenção" e lucro líquido pode quase dobrar.
cred: Divulgação
O Magazine Luiza deve continuar crescendo fortemente, segundo Joseph Giordano, analista do J.P.
Morgan. Em relatório, o analista afirmou que a companhia tem potencial para registrar crescimentos
fortes ainda.

“A empresa apresenta uma ótima combinação de execução e cultura corporativa para reinventar o
negócio e ir além do processo de transformação digital para uma operação omnichannel e plataforma
digital”, disse o analista em relatório.


“Diferente de muitos varejistas, o mmindset do Magazine Luiza é inovar e criar propriedade tecnológica do que comprá-la, o que faz a empresa crescer online enquanto alavanca as lojas físicas para suportar a diferenciação potencial do mercado”, considerou.
Não à toa, o analista projeta forte crescimento da companhia nos próximos anos. O analista projeta um crescimento médio do GMV CAGR de 22% em cinco anos. A projeção é que a companhia encerre 2017 com lucro líquido de R$ 347 milhões e que em 2018 esse montante cresça 161% e atinja R$ 559 milhões.

Crescimento

No terceiro trimestre, a companhia registrou o melhor resultado em cinco anos. No terceiro trimestre, o lucro líquido da empresa cresceu 272,6%, para R$ 92,5 milhões – este é o maior lucro já registrado pela companhia.
A companhia elevou as vendas em 27,3%, para R$ 3,4 bilhões – o sétimo trimestre seguido de crescimento. Em mesmas lojas físicas, aquelas abertas há mais de 12 meses, a companhia viu as vendas ficarem 15% maiores.
Entre os motivos mencionados pelo analista para que a companhia continue crescendo está a digitalização. A companhia tem uma forte cultura corporativa para sustentar a transformação digital. “Em nossa visão, essa é o grande diferencial da empresa em relação aos demais varejistas. Toda a companhia está alinhada desde o começo com a digitalização”, disse em relatório.

Fonte: Portal no Varejo

3 MUDANÇAS QUE OS VAREJISTAS PRECISAM FAZER PARA SOBREVIVER


Varejistas devem capacitar equipes de nível médio, envolver executivos em tarefas e fazer com que as pessoas se sintam confortáveis com o fracasso.

Gerir mudanças rapidamente é a chave para a sobrevivência do varejo Foto: Shutterstock

A tecnologia tem mudado as varejistas, e aqueles que querem sobreviver devem aliar mudanças na estruturas das empresas e no atendimento ao consumidor.
Três mudanças são essenciais na gestão e para atender o novo comprador que tem usado cada vez mais o comércio eletrônico, segundo a Harvard Business Review.
A publicação cita empresas como a Alibaba e a Amazon, que tem usado recursos como a solicitação de voz e o preço em tempo real, ao mesmo tempo em que criam escalas e diminuem os custos de produção.

Executivos em rede

A primeira mudança está na capacitação das equipes de nível médio. Essas equipes são menores, autônomas e multifuncionais, e assim conseguem inventar e entregar produtos mais rapidamente. Os executivos ficam responsáveis pela estratégia, e também elabora times com pessoas da linha de frente de cada equipe.
Envolver os executivos em pequenos sprints contínuos também ajuda na resolução rápida de problemas.
Uma sprint, reunião de pessoas envolvidas num projeto para promover um desenvolvimento mais focalizado, geralmente envolve tecnólogos e gerentes de linha de frente para testar e aprimorar continuamente caminhos para progredir.
A terceira mudança estrutural é saber lidar com os erros, segundo a Harvard Business.  Mudar a direção de forma ágil, mesmo com base em testes. Isso também vale para os CEOs. Ao invés de evitar o fracasso é preciso assumir mais riscos e aprender com eles – mesmo no topo de suas organizações.

Fonte: Portal no Varejo

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Riachuelo eleva vendas e consegue registrar alta de 183% no lucro líquido

Companhia reportou uma alta de 15,7% nas vendas líquidas das lojas no terceiro trimestre, mas endividamento líquido soma mais de R$ 926 milhões.
cred: Douglas Luccena / Grupo Padrão

A Guararapes, detentora da Riachuelo, segue com um ritmo forte de crescimento. No terceiro trimestre, a companhia reportou um aumento de 183,2% no lucro líquido da companhia. Ao todo, a empresa fechou com lucro de R$ 50,4 milhões.
O resultado veio com a alta nas vendas líquidas da Riachuelo, que foram 15,7% maiores, considerando todas as lojas da companhia. O resultado líquido das mesmas lojas – aquelas abertas há mais de 12 meses – também foi positivo: a alta foi de 11%.
 
A receita líquida total de mercadorias totalizou quase R$ 1,12 bilhão. A margem bruta consolidada de mercadorias manteve seu ritmo de expansão no decorrer do trimestre, atingindo 51,3%.
 
“No decorrer deste período, a estratégia implementada pela Companhia proporcionou melhorias importantes na operação comercial como um todo, proporcionando um nível de estoque adequado para as operações do grupo”, disse a companhia em relatório.
No período, a empresa abriu seis lojas e fechou o período com 295 lojas. “O processo de expansão reflete o objetivo da Riachuelo de conquistar novos mercados e consolidar suas posições regionais por meio da inauguração e remodelação de unidades”, considerou a empresa.

Despesas

Considerando toda a oepração da Guararapes – as lojas da Riachuelo e a Indústria – a companhia verificou uma alta de 10,7% na receita líquida. Ao todo, a companhia somou R$ 1,5 bilhão.
As despesas operacionais da empresa totalizaram R$ 629,3 milhões no trimestre, 11,3% acima do verificado no mesmo período de 2016. O valor representa 40,8% da receita líquida consolidada da Guararapes.
 
Os empréstimos e financiamentos da companhia totalizaram R$ 1,6 bilhão em setembro deste ano, dos quais R$ 451,5 milhões correspondem a financiamentos captados junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Com isso, companhia encerrou o terceiro trimestre com endividamento líquido de R$ 926,3 milhões.
 
Considerando os investimentos, eles totalizaram R$ 149,5 milhões – valor um pouco acima dos R$ 140,9 milhões relativos ao mesmo período de 2016. Desse total, R$ 143,3 milhões (ou 96%) foram destinados à Riachuelo, sendo R$ 32,7 milhões alocados em lojas novas, R$ 25,8 milhões em remodelações e R$ 18,8 milhões para infraestrutura de TI.
 
Fonte: Portal no Varejo

Por que amamos tanto a Lego?

As crianças de hoje parecem que nascem com chip, mas os bloquinhos da Lego continuam indispensáveis para elas. O Web Summit trouxe os segredos dessa magia.
cred: Shutterstock
     
Lego é uma das marcas mais icônicas de nossos dias. Como ela conseguiu manter essa relevância em uma era digital, na qual as crianças já parecem “chipadas” de nascença? Compartilhar essa história de sucesso faz parte da melhor literatura de negócios e ajuda a inspirar empresas dos mais variados setores a promover sua própria transformação.
Lars Silberbauer, Diretor Global de Mídias Sociais da Lego falou no Web Summit sobre os segredos que tornam a Lego tão presente ainda em nossas vidas. Basicamente, em sua visão, a Lego jamais deixou de contar histórias e essas histórias estão na base do sucesso da marca.
 
 
Para isso, diversidade é elemento fundamental. Combinar culturas ajuda a compreender as necessidades sociais e comportamentos que permitem interagir e criar vínculos duradouros com os consumidores.
 
O orgulho de criar e construir junto são elementos intrínsecos à marca. Brincar de Lego significa exatamente construir valores de colaboração e co-criação que estão presentes – sem surpresa! – nas melhores empresas globais. O mindset da Lego é uma inspiração para inovar. Por isso, ela cria valor, a partir da construção de profunda afinidade com a marca.
 
A busca pelo engajamento dinamiza a organização e insere o brinquedo no imaginário e na cultura popular. A criação de um boneco de Lego, simples de montar, tornou-se uma onda global, com milhares de pessoas postando fotos interagindo com o personagem. Páginas em redes sociais foram criadas. E dessa forma, afeto, carinho, proximidade ajudam a projetar a marca que se dedica a criar “os construtores do amanhã” e do futuro, como define o slogan da Lego.
 
Uma das belas lições do painel foi lembrar que até os 3 anos todos somos gênios. Nosso cérebro está livre para absorver informação e combinar ideias de forma profundamente criativa. De que modo podemos recuperar essa energia criativa?
 
Lego pode ser a resposta. Imagine o mundo que podemos construir prototipando visões com os incríveis bloquinhos que tornam nossa vida mais feliz.
 
Melhor brincar de Lego que destilar frustrações e intolerância nas redes sociais.
 
Fonte: Portal no Varejo

Maior Piscina de Bolinhas do Mundo


 
A capital goiana foi escolhida para receber o MAGIC ADVENTURE, espaço de lazer para toda a família que será palco da MAIOR PISCINA DE BOLINHAS DO MUNDO, com área total de 2.635m², localizada no maior shopping do Centro-Oeste – o Passeio das Águas Shopping. O coquetel de lançamento para imprensa e digital influencers acontece no dia 13 de novembro, a partir das 19h. E no dia 14, o espaço estará aberto ao público, a partir das 10h.

Sabe a famosa piscina de bolinhas que toda criança e também os adultos, amam? Então, a empresa Magic Games traz para Goiânia o MAGIC ADVENTURE, localizado no Passeio das Águas Shopping, que irá abrigar em seu complexo a MAIOR PISCINA DE BOLINHAS, que conta com aproximadamente 2,4 milhões de bolinhas coloridas. O local é um grande espaço de lazer para toda a família, que também terá lounges equipados para o melhor conforto dos clientes, bebidas (não alcoólicas), snacks, salão de festa para comemorações de aniversário, confraternizações etc.

O MAGIC ADVENTURE conta ainda com os maiores brinquedos infláveis do Brasil, um playground gigante, de sete metros de altura, oito escorregadores e raias para competições de natação. O espaço é climatizado, com capacidade para 1000 pessoas e contou com um investimento de mais de 2 milhões de reais.

Pensando em cada detalhe, o MAGIC ADVENTURE também terá monitores orientando os clientes, uma máquina permanente de higienização das bolinhas, que funcionará todas as noites.

Guinness

A Magic Games está em contato com o Guinness World Records, para reconhecimento da grandiosidade da piscina de bolinhas localizada no espaço MAGIC ADVENTURE, no Passeio das Águas Shopping. Com isso, Goiânia está mais uma vez no mercado de “maiores do mundo”.

Horários e valores

Para entrar na brincadeira, não há limite de idade. Adultos e crianças podem se divertir de segunda a sábado, das 10h as 22h, e domingos e feriados, das 11h as 22h. O valor pra entrar é de R$20 reais de segunda a sexta e R$25 reais sábado, domingo e feriados, que corresponde à meia entrada. O cliente poderá se divertir durante o tempo que quiser lá dentro (de acordo com o regulamento do espaço e horário de funcionamento do shopping).

Informações técnicas

Área total: 2.635m²

Bolinhas: 2.400.000 unidades

Área de bolinhas de 1930m²

Atrações:

Complexo com 9 Torres, que chegam a 7 metros de altura, com 8 escorregadores, 12 passarelas elevadas, Magic Meltdown (atração com hastes giratórias, para os usuários baixarem e pularem), Magic Red Baron (aviões giratórios), Magic Croc (inflável em formato de Crocodilo, com impressão em 3D – super realista, com mais de 6m de altura e escorregador), Magic Rain Forest (inflável multi atividades temático), Magic Trem Safari (trem inflável com um mini circuito) e Magic Jacaré (simpático jacaré inflável com escorregador e pula-pula, com mais de 4m de altura), área para realização de Magic Adventure Festa, com mais de 84m².

SERVIÇO:

O que: MAGIC ADVENTURE – espaço de lazer com a maior Piscina de Bolinhas do Mundo
Onde: Passeio das Águas Shopping - Av. Perimetral Norte, 8303 - Lot. Mansões Goianas, Goiânia - GO, 74445-360
Horário: de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 11h às 22h
Inauguração: 14 de novembro

Valores: R$20 reais (referente a meia entrada) de segunda a sexta-feira, R$25 reais (referente a meia entrada) sábados, domingos e feriados.
Fonte: Varejista.com.br
 

 

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Netshoes lança serviço que permite consumidor retirar itens nas agências dos Correios

Companhia fez parceria com os Correios e agora os consumidores podem comprar os produtos das marcas do grupo e retirar os pedidos nas agências.
cred: Shutterstock

Agora, quem compra itens da Zattini, marca de moda e beleza da Netshoes, não precisa esperar os produtos chegarem em casa. É que a companhia fez parceria com Correios para permitir aos consumidores retirarem os produtos em uma das 6,7 mil agências dos Correios espalhadas pelo País. A ideia é que a modalidade seja aplicada também para a Netshoes e a Shoestock, marca de sapatos da empresa.
 
 
“O e-commerce é um importante meio de democratizar o acesso a produtos, mas ainda há endereços sem CEP, por exemplo, o que limita a possibilidade de entrega. Com o Compre e Retire, colaboramos não somente pela oferta de um novo serviço, mas também no objetivo de democratizar ainda mais o acesso aos artigos disponíveis em nossas lojas a mais pessoas”, disse em nota Márcio Chammas, diretor de logística da Netshoes.
“Ainda há também uma grande parcela da população que não compra por meio da internet por não ter como receber suas encomendas em casa ou no local de trabalho durante o horário comercial. Agora, atenderemos a necessidade deste público também”, .

Experiência

A proposta, segundo Chammas, é elevar a experiência do consumidor. “O Compre e Retire é mais um elemento que ajuda a alimentar o círculo virtuoso da experiência. Ao atender a uma necessidade do consumidor, isso também é refletido na performance do negócio, como o aumento da taxa de conversão e fidelização do cliente”, afirmou Chammas.
O consumidor, ao filtrar o estado, cidade e bairro, tem acesso a uma lista de pontos de retirada mais próximos à região informada, e ainda poderá optar pela modalidade de frete normal ou expressa, de acordo com a sua necessidade. Assim que a encomenda estiver disponível para retirada na agência, o cliente será notificado via SMS em seu número de cadastro.
 
Fonte: Portal no Varejo

Estas 5 estratégias têm feito o GPA crescer trimestre a trimestre


A companhia tem conseguido manter resultados positivos ao longo dos trimestres. E NOVAREJO levantou o que a empresa tem feito para conseguir isso.
cred: Divulgação
O GPA, um dos maiores grupos supermercadistas do País, conseguiu reportar, mais uma vez, resultados positivos. Conforme já publicamos, o grupo conseguiu reverter o prejuízo do terceiro trimestre de 2016 em lucro no terceiro trimestre deste ano, saindo de um rombo de R$ 119 milhões para um lucro de R$ 32 milhões.
Mas o que tem feito a companhia crescer tanto? Para entender esse processo, a NOVAREJO levantou as últimas ações da empresa que têm contribuído de forma assertiva para o crescimento dela acima da média do segmento supermercadista.
Para este ano, o GPA segue o guidance de ganhos de market share ,tanto no Multivarejo como no Assaí; de manter a margem Ebtida ao redor de 5,5% para o varejo alimentar; Capex de aproximadamente de R$ 1,2 bilhão; e segue como meta uma captura de mais de US$ 50 milhões em sinergias na América Latina

1. Foco na estratégia

Pode ter passado despercebido, mas desde o ano passado a companhia está com foco no varejo alimentar. Isso porque a empresa percebeu que é um grande problema lidar com outro segmento dentro da mesma base. Não à toa colocou a Via Varejo, que detém as marcas Casas Bahia e Pontofrio, à venda. É que desde sempre o core da empresa, o varejo alimentar, é o que mais gera receita. Do outro lado, o varejo de eletroeletrônicos e móveis vinha dando problemas e prejuízos.
De acordo com a companhia, o foco no segmento alimentar está no cerne da estratégia. Os investimentos nos formatos de maior retorno, como o Assaí e Pão de Açúcar, e a intensificação das reformas de lojas seguem no escopo. Focar no core da empresa é a grande lição dada pela empresa.

2. Inovação dentro do core

Focar no varejo alimentar não restringe à companhia de inovar. Ao contrário, ao saber exatamente o que ela quer ser, a companhia consegue traçar estratégias melhores e inovar dentro daquilo que ela já conhece. Não á toa a empresa foi uma das primeiras no País a criar novos formatos, como os mercados de vizinhança, com as bandeiras Minuto Pão de Açúcar e Minimercado Extra.

3. Observar o mercado

A empresa também dá uma grande lição de observação de mercado. Ao contrário de muitas redes, que recuaram seus investimentos devido à crise, o GPA olhou para uma oportunidade e injetou mais recursos na bandeira de atacarejo Assaí. A companhia observou a mudança de comportamento do consumidor e garantiu uma boa fatia desse mercado.
E os resultados vieram rápido. De todas as bandeiras do grupo, o Assaí é o que mais se destaca. A receita líquida do Assaí totalizou R$ 4,7 bilhões no terceiro trimestre, com evolução de 25,2% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. No conceito ‘mesmas lojas’, o Assaí atingiu um crescimento de 7,7%. Hoje, o Assaí representa 43% da receita da companhia.

4. Otimização do Portfólio

Tendo em vista a performance das bandeiras, o GPA está continuamente olhando para o seu portfólio e fazendo mudanças, tendo em vista receptividade do consumidor e, claro, rentabilidade. Agora, a companhia está com foco nas conversões das unidades de hipermercado Extra em Assaí. E não deve mudar tão cedo essa estratégia. A conversão de 15 unidades e a inauguração de outras cinco novas lojas da bandeira de atacarejo está nas prioridades da companhia.

5. Digitalização

A empresa lançou neste ano o aplicativo Meu Desconto. Com ele, a base de clientes de seus programas de fidelidade “Clube Extra” e “Pão de Açúcar Mais” poderão contar com promoções exclusivas e personalizadas – uma sacada em tempos de digitalização.
No terceiro trimestre, o aplicativo atingiu mais de 3 milhões de downloads dos quais mais de 1 milhão foram novos clientes fidelizados. A iniciativa já atinge cerca de 20% dos clientes no Extra e mais de 25% no Pão de Açúcar.
 
Fonte: Portal no Varejo