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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Expectativa de faturamento para a Black Friday é positiva para o varejo

Pesquisa Nielsen aponta que Black Friday 2016 trouxe maior faturamento para o varejo e maior crescimento para o e-commerce.


A Black Friday (BF) – sexta-feira que sucede o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos – está se transformando em uma data fundamental para o brasileiro, que percebe na ocasião uma nova oportunidade para consumir produtos, especialmente os de maior valor agregado. Segundo recente estudo da Nielsen, a festividade teve maior faturamento para o varejo em 2016, com R$2,5 bilhões, superando até mesmo o Natal (R$2,4 bi), e com maior contribuição para o crescimento do e-commerce em 17%*.
*Dados da E-BIT – Dados referente ao período da Black Friday
  • Aumenta a quantidade de famílias que aderem às compras durante a Black Friday.
  • Hipermercado é o canal de maior  destaque, em parte pelas vendas de eletrônicos  e promoções.
  • Apenas 20 categorias FMCG (bens de grande consumo) fazem 87% do ganho, frente uma semana comum de 2016, com destaque em premium.
TPR: Redução Temporária de Preço
A análise da Nielsen também revela que, na crise, a BF ganhou ainda mais expressão entre as famílias no país. A data ganhou 1.7 milhões de lares em 2016, atingindo 7 milhões a mais do que uma semana comum do varejo. E o que leva os brasileiros a comprarem mais especificamente neste período? A resposta fica por conta das vendas com descontos, que aumentam 91% em relação ao ano fechado. Sem as ações temporárias de preço, o crescimento das vendas do Autosserviço na época seria 43% menor.
Comparando as duas últimas edições, o aumento do gasto médio por lar cresceu 29%, migrando de R$ 123 para R$ 159, no entanto, a quantidade de itens caiu de 13 para 11. Quando sabem de promoções, mais da metade dos consumidores da BF (57%) vão em lojas que não costumam frequentar, e 44% visitam várias na busca do melhor preço. Do mesmo modo, eles também comparecem mais vezes ao ponto de venda, acumulando 6 milhões de ocasiões de compra adicionais para o Autosserviço (patamar 38% maior vs. semana média em 2016).
Apesar de ganhar força em todas as regiões, a data comercial destaca-se no Sudeste, tendo o nível socioeconômico como o principal fator demográfico que impacta no patamar de gastos. Em geral, famílias de NSE médio alto desembolsam, em média, seis vezes mais que outros perfis. Formação e ocupação profissional também são outras barreiras de acesso  durante o período.
A relevância do Hiper – O cenário criado pela dinâmica nesta festividade altera as escolhas pelos formatos de loja por parte dos consumidores. Em 2016, os Autosserviços saíram com saldo positivo, concentrando aumento de +39,8% no faturamento durante a BF, se comparado com uma semana comum. Por outro lado, o Cash&Carry não apresentou o mesmo desempenho, sofrendo queda  -6,1%.
O Hipermercado é o canal que tem mais notoriedade devido à concentração de promoções, chegando a crescer 50% no ano passado. Ele também é impulsionado pelo mercado de eletro, ganhando quatro vezes mais importância na data, principalmente pela venda de televisores, celulares, lavadoras, refrigeradores e fornos elétricos.
O que os consumidores buscam? – O estudo da Nielsen aponta que, em 2016, 87% do ganho de faturamento da Black Friday partiu de 20 categorias de bens de grande consumo, particularmente concentradas em Bebidas Alcoólicas e Higiene&Beleza. Para Daniel Asp, líder da indústria de Bebidas da Nielsen, “trata-se de uma data em que há um ganho de relevância de produtos premium ou pontas de preço mais elevadas. Podemos dizer que é uma porta de acesso à experimentação de produtos que usualmente não integram a cesta de compras do consumidor ou uma oportunidade de desembolso de itens mais caros.”
Nesse entorno, com descontos mais agressivos, as marcas premium ganharam importância em 70% dessas 20 categorias com mais destaque na data, ao passo que as de preço mais baixo foram preteridas em proporção semelhante. O estudo ainda retrata que as marcas tendem a um desempenho positivo quando apostam mais na amplitude do que na profundidade de suas ofertas promocionais. “Ou seja, as que estiverem presentes em mais lugares com promoções durante essa semana terão maior êxito do que aquelas com grandes descontos, mas em poucos lugares. Além de trabalhar na pulverização do desconto, investir em aumento de visibilidade no ponto devenda e correção de rupturas podem gerar crescimentos mais significativos na época”, finaliza Daniel.
Sobre a Nielsen  – Nielsen Holdings plc (NYSE: NLSN) é uma empresa global de gestão de informação, que proporciona um entendimento completo sobre o que os consumidores assistem e compram (Watch & Buy). A empresa conceituada na Standard & Poors 500, está presente em mais de 100 países, representando 90 por cento da população mundial.
Fonte: O Negócio do Varejo

Novos meios de pagamentos eletrônicos fortalecem o crescimento do e-commerce nacional

Em um cenário cada vez mais tecnológico e conectado, a tendência é que o e-commerce nacional cresça cada vez mais.

Em um cenário cada vez mais tecnológico e conectado, a tendência é que o e-commerce nacional cresça cada vez mais, uma vez que mais pessoas possuem acesso e o acesso é realizado de maneira simples. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o setor deverá ter um crescimento de 12% em relação ao ano anterior, faturando um total de R$ 59,9 bilhões. Diante dessa realidade, empresas investem em novas formas de pagamento visando maior praticidade, facilidade e índice de aceitação do público, que pode se sentir desconfiado em alguns cenários, como em uma primeira compra para uma pessoa mais conservadora. Assim, o investimento em opções de pagamento se torna fundamental para passar maior confiança aos consumidores.
Ferramentas como o Rakuten Pay, desenvolvido pela Rakuten Digital Commerce, oferece aos lojistas a opção de aceitar pagamentos online de maneira simples e rápida, podendo ser integrada a qualquer plataforma do mercado. Além dessa solução, existe, também, opções de plug-ins com a mesma funcionalidade que podem ser facilmente integrados a sites desenvolvidos via WordPress e WooCommerce, plataformas de desenvolvimento de sites, como o DBWCommerce. Além dessas soluções, existe também o Mercado Pago, que é uma ferramenta desenvolvida pelo Mercado Livre, apresenta a oportunidade de oferecer uma gama maior de formas de pagamento, aumentando a probabilidade de conversão.
Nos marketplaces não é diferente. Cada dia mais, os shoppings centers virtuais tentam oferecer soluções completas aos clientes, atuando não só nas formas de pagamento, mas também na logística e entrega, possibilitando que o comprador opte pela retirada dos produtos em lojas físicas, fazendo com que o comprador tenha a possibilidade de retirar o produto, garantindo que ele o terá em mãos o quanto antes, gerando a noção de valor percebido e fazendo com que a experiência do consumidor seja mais profunda e marcante, auxiliando na fidelização do mesmo.
Fonte: O negócio do varejo

A JOY ESTÁ PRESENTE NA OMNISTORY COM TODO O MOBILIÁRIO DE LOJA

Estar presente na Omnistory, através da execução de todo o mobiliário,  para a Joy é uma oportunidade de estar próximo do que há de mais inovador e estratégico no mercado do varejo, além da possibilidade do exercício da rápida mudança de cada ciclo que, para tanto, requer  modularidade, flexibilidade e agilidade que a montagem ou revitalização de uma loja precisa para estar adequada as rápidas transformações do mercado e das expectativas dos clientes. Também a OMNISTORY é para a JOY um showroom funcional,  onde o cliente poderá verificar nossa qualidade acabada e simultaneamente de outras tantas soluções para sua loja e ainda vivenciar uma verdadeira “omniexpeirência de compra”.
Valor da execução e montagem de todo o mobiliário: R$ 129.076,12
Sobre a Joy
Com 2 anos de existência, a Joy Movelaria, nasceu como a empresa mais nova de um grupo que há 22 anos está todos os dias presente nos mas diversos canais prestando serviço de retail design; comunicação de pdv; merchandising de pdv e trade marketing.
A Joy é uma fábrica de móveis sob medida, especializada na execução do mobiliário para lojas e ambientes comerciais e que executou a fabricação de todo o mobiliário da OMNISTORY, projetado pela equipe de arquitetos da marca. Localizada em Curitiba, conta com um parque de máquinas com alta tecnologia; equipe de engenharia  para que os projetos dos clientes sejam lidos e transformados na melhor solução construtiva; sistema de orçamento detalhado e ágil; soluções de materiais e sistemas construtivos para adequação de orçamentos e sistema de gestão rigoroso para que prazos e qualidade  estejam sempre na mais total conformidade. A Fábrica executa projetos e realiza a montagem dos móveis em todo território nacional e também conta com escritório comercial em São Paulo e Rio de Janeiro, além de Curitiba.
Entendemos que para oferecer soluções adequadas ao mercado, precisamos estar muito próximos e atualizados, para tanto,  participamos de grandes feiras e eventos internacionais como NRF; Euroshop e Globalshop.  Sócios ativos da ABIESV, sócios da ABF, além da presença nos eventos mais relevantes do segmento como expositor e/ou participantes e esse ano, como expositores na LATAM SHOW no stand da ABIESV .
Fonte: Portal do Varejo I www. joyvm.com.br

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

MAGAZINE LUIZA DEVE CRESCER 161% EM 2018, DIZ J.P. MORGAN

Analista da instituição diz que empresa tem uma "boa combinação de execução e cultura corporativa voltada para reinvenção" e lucro líquido pode quase dobrar.
cred: Divulgação
O Magazine Luiza deve continuar crescendo fortemente, segundo Joseph Giordano, analista do J.P.
Morgan. Em relatório, o analista afirmou que a companhia tem potencial para registrar crescimentos
fortes ainda.

“A empresa apresenta uma ótima combinação de execução e cultura corporativa para reinventar o
negócio e ir além do processo de transformação digital para uma operação omnichannel e plataforma
digital”, disse o analista em relatório.


“Diferente de muitos varejistas, o mmindset do Magazine Luiza é inovar e criar propriedade tecnológica do que comprá-la, o que faz a empresa crescer online enquanto alavanca as lojas físicas para suportar a diferenciação potencial do mercado”, considerou.
Não à toa, o analista projeta forte crescimento da companhia nos próximos anos. O analista projeta um crescimento médio do GMV CAGR de 22% em cinco anos. A projeção é que a companhia encerre 2017 com lucro líquido de R$ 347 milhões e que em 2018 esse montante cresça 161% e atinja R$ 559 milhões.

Crescimento

No terceiro trimestre, a companhia registrou o melhor resultado em cinco anos. No terceiro trimestre, o lucro líquido da empresa cresceu 272,6%, para R$ 92,5 milhões – este é o maior lucro já registrado pela companhia.
A companhia elevou as vendas em 27,3%, para R$ 3,4 bilhões – o sétimo trimestre seguido de crescimento. Em mesmas lojas físicas, aquelas abertas há mais de 12 meses, a companhia viu as vendas ficarem 15% maiores.
Entre os motivos mencionados pelo analista para que a companhia continue crescendo está a digitalização. A companhia tem uma forte cultura corporativa para sustentar a transformação digital. “Em nossa visão, essa é o grande diferencial da empresa em relação aos demais varejistas. Toda a companhia está alinhada desde o começo com a digitalização”, disse em relatório.

Fonte: Portal no Varejo

3 MUDANÇAS QUE OS VAREJISTAS PRECISAM FAZER PARA SOBREVIVER


Varejistas devem capacitar equipes de nível médio, envolver executivos em tarefas e fazer com que as pessoas se sintam confortáveis com o fracasso.

Gerir mudanças rapidamente é a chave para a sobrevivência do varejo Foto: Shutterstock

A tecnologia tem mudado as varejistas, e aqueles que querem sobreviver devem aliar mudanças na estruturas das empresas e no atendimento ao consumidor.
Três mudanças são essenciais na gestão e para atender o novo comprador que tem usado cada vez mais o comércio eletrônico, segundo a Harvard Business Review.
A publicação cita empresas como a Alibaba e a Amazon, que tem usado recursos como a solicitação de voz e o preço em tempo real, ao mesmo tempo em que criam escalas e diminuem os custos de produção.

Executivos em rede

A primeira mudança está na capacitação das equipes de nível médio. Essas equipes são menores, autônomas e multifuncionais, e assim conseguem inventar e entregar produtos mais rapidamente. Os executivos ficam responsáveis pela estratégia, e também elabora times com pessoas da linha de frente de cada equipe.
Envolver os executivos em pequenos sprints contínuos também ajuda na resolução rápida de problemas.
Uma sprint, reunião de pessoas envolvidas num projeto para promover um desenvolvimento mais focalizado, geralmente envolve tecnólogos e gerentes de linha de frente para testar e aprimorar continuamente caminhos para progredir.
A terceira mudança estrutural é saber lidar com os erros, segundo a Harvard Business.  Mudar a direção de forma ágil, mesmo com base em testes. Isso também vale para os CEOs. Ao invés de evitar o fracasso é preciso assumir mais riscos e aprender com eles – mesmo no topo de suas organizações.

Fonte: Portal no Varejo

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Riachuelo eleva vendas e consegue registrar alta de 183% no lucro líquido

Companhia reportou uma alta de 15,7% nas vendas líquidas das lojas no terceiro trimestre, mas endividamento líquido soma mais de R$ 926 milhões.
cred: Douglas Luccena / Grupo Padrão

A Guararapes, detentora da Riachuelo, segue com um ritmo forte de crescimento. No terceiro trimestre, a companhia reportou um aumento de 183,2% no lucro líquido da companhia. Ao todo, a empresa fechou com lucro de R$ 50,4 milhões.
O resultado veio com a alta nas vendas líquidas da Riachuelo, que foram 15,7% maiores, considerando todas as lojas da companhia. O resultado líquido das mesmas lojas – aquelas abertas há mais de 12 meses – também foi positivo: a alta foi de 11%.
 
A receita líquida total de mercadorias totalizou quase R$ 1,12 bilhão. A margem bruta consolidada de mercadorias manteve seu ritmo de expansão no decorrer do trimestre, atingindo 51,3%.
 
“No decorrer deste período, a estratégia implementada pela Companhia proporcionou melhorias importantes na operação comercial como um todo, proporcionando um nível de estoque adequado para as operações do grupo”, disse a companhia em relatório.
No período, a empresa abriu seis lojas e fechou o período com 295 lojas. “O processo de expansão reflete o objetivo da Riachuelo de conquistar novos mercados e consolidar suas posições regionais por meio da inauguração e remodelação de unidades”, considerou a empresa.

Despesas

Considerando toda a oepração da Guararapes – as lojas da Riachuelo e a Indústria – a companhia verificou uma alta de 10,7% na receita líquida. Ao todo, a companhia somou R$ 1,5 bilhão.
As despesas operacionais da empresa totalizaram R$ 629,3 milhões no trimestre, 11,3% acima do verificado no mesmo período de 2016. O valor representa 40,8% da receita líquida consolidada da Guararapes.
 
Os empréstimos e financiamentos da companhia totalizaram R$ 1,6 bilhão em setembro deste ano, dos quais R$ 451,5 milhões correspondem a financiamentos captados junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Com isso, companhia encerrou o terceiro trimestre com endividamento líquido de R$ 926,3 milhões.
 
Considerando os investimentos, eles totalizaram R$ 149,5 milhões – valor um pouco acima dos R$ 140,9 milhões relativos ao mesmo período de 2016. Desse total, R$ 143,3 milhões (ou 96%) foram destinados à Riachuelo, sendo R$ 32,7 milhões alocados em lojas novas, R$ 25,8 milhões em remodelações e R$ 18,8 milhões para infraestrutura de TI.
 
Fonte: Portal no Varejo

Por que amamos tanto a Lego?

As crianças de hoje parecem que nascem com chip, mas os bloquinhos da Lego continuam indispensáveis para elas. O Web Summit trouxe os segredos dessa magia.
cred: Shutterstock
     
Lego é uma das marcas mais icônicas de nossos dias. Como ela conseguiu manter essa relevância em uma era digital, na qual as crianças já parecem “chipadas” de nascença? Compartilhar essa história de sucesso faz parte da melhor literatura de negócios e ajuda a inspirar empresas dos mais variados setores a promover sua própria transformação.
Lars Silberbauer, Diretor Global de Mídias Sociais da Lego falou no Web Summit sobre os segredos que tornam a Lego tão presente ainda em nossas vidas. Basicamente, em sua visão, a Lego jamais deixou de contar histórias e essas histórias estão na base do sucesso da marca.
 
 
Para isso, diversidade é elemento fundamental. Combinar culturas ajuda a compreender as necessidades sociais e comportamentos que permitem interagir e criar vínculos duradouros com os consumidores.
 
O orgulho de criar e construir junto são elementos intrínsecos à marca. Brincar de Lego significa exatamente construir valores de colaboração e co-criação que estão presentes – sem surpresa! – nas melhores empresas globais. O mindset da Lego é uma inspiração para inovar. Por isso, ela cria valor, a partir da construção de profunda afinidade com a marca.
 
A busca pelo engajamento dinamiza a organização e insere o brinquedo no imaginário e na cultura popular. A criação de um boneco de Lego, simples de montar, tornou-se uma onda global, com milhares de pessoas postando fotos interagindo com o personagem. Páginas em redes sociais foram criadas. E dessa forma, afeto, carinho, proximidade ajudam a projetar a marca que se dedica a criar “os construtores do amanhã” e do futuro, como define o slogan da Lego.
 
Uma das belas lições do painel foi lembrar que até os 3 anos todos somos gênios. Nosso cérebro está livre para absorver informação e combinar ideias de forma profundamente criativa. De que modo podemos recuperar essa energia criativa?
 
Lego pode ser a resposta. Imagine o mundo que podemos construir prototipando visões com os incríveis bloquinhos que tornam nossa vida mais feliz.
 
Melhor brincar de Lego que destilar frustrações e intolerância nas redes sociais.
 
Fonte: Portal no Varejo